Pular para o conteúdo
Saúde S/AWhatsApp
Menu
Programa Hospital Parceiro

A assinatura com o nome do seu hospital.

O hospital vende e atende. A Saúde S/A opera a plataforma.

Uma assinatura de saúde para quem hoje não tem plano, do consultório ao hospital. Seu hospital recebe pela venda e pelo atendimento de quem assina.

Mais de 22 mil usuários cadastrados desde 2024Para hospitais privados e filantrópicos de pequeno e médio porte. Programa em lançamento.
Como funciona a parceria
Hospital X FamíliaExemplo de nome para a assinatura do hospital
O hospital vende

Recebe pela assinatura contratada.

O hospital atende

Recebe pelos serviços prestados.

A Saúde S/A opera

Plataforma, cobrança e repasses.

Duas formas de marca: Saúde S/A ou um nome próprio do hospital, sempre junto dela.

Dr. José Alfredo Sadowski
Quem já atende pela rede parceira
“A parceria com a Saúde S/A é uma solução inovadora que possibilita um atendimento particular com preços acessíveis.”

Dr. José Alfredo Sadowski · Diretor do Hospital Sugisawa, Curitiba/PR

A Saúde S/A na imprensaAgência O GloboTerraExtraDiário PcDAlex Ferraz
O cenário do hospital

Sobra pouco de cada pagador.

O SUS paga pouco, a operadora paga tarde e o particular nem sempre consegue pagar a conta de uma vez.

77,35 dias

Prazo médio para o hospital receber da operadora. Na primeira análise, 15,93% da receita é glosada.Observatório Anahp, 9ª edição, março de 2026.

R$ 600 a R$ 800

Valor pago pelo SUS por uma diária de UTI que custa de R$ 2.800 a R$ 3.000 ao hospital.Futuro da Saúde, maio de 2026; FEHOSP, outubro de 2022.

82% das famílias

Têm dívidas, e 29,8% estão com contas em atraso.CNC, pesquisa de julho de 2026.

Na proposta-padrão da assinatura, a diária de UTI vale R$ 4.400,00 ao hospital, paga até o 17º dia útil do mês seguinte, pelo valor integral. Na internação de urgência, a Saúde S/A antecipa o pagamento e o assinante paga a parte dele depois, em parcelas.
Papéis definidos

O hospital vende e atende.
A Saúde S/A opera a assinatura.

O papel do hospital

Atuar como Canal de Vendas e como prestador da rede parceira. Não cobra mensalidade em nome próprio nem promete atendimento como operador do produto.

O papel da Saúde S/A

Operar a assinatura e responder pelo produto e pelo enquadramento. As minutas e os fundamentos acompanham a proposta para análise do jurídico do hospital.

Entenda o risco do programa próprio e o enquadramento da parceria

Quem cobra a mensalidade e, ao mesmo tempo, promete o desconto ou o atendimento responde sozinho pelo enquadramento. Na parceria, o hospital vende e atende, e quem opera a assinatura é a Saúde S/A.

No programa próprioR$ 250.000,00

é a multa da ANS por operar plano de saúde sem registro, mais R$ 10.000,00 por dia. O hospital é as duas coisas: quem cobra a mensalidade e quem presta o que ela promete.

  • Se promete custear o atendimento, é plano pela Lei 9.656/98 e exige registro na ANS.
  • Se só dá desconto, está em estudo na ANS desde o Edital de Chamamento Público nº 4/2026; pelo Parecer AGU 53/2024, a ANS pode enquadrar o cartão como administradora.
RN ANS 489/2022, com a redação da RN 659/2025; Lei 9.656/98, art. 1º. Na parceria

O hospital fica em duas pontas, e em nenhuma delas opera o produto: vende a assinatura, como Canal de Vendas, e atende, como prestador da rede parceira. Não cobra mensalidade em nome próprio nem promete atendimento.

Quem opera a assinatura é a Saúde S/A, que responde por ela e pelo enquadramento, com o produto desenhado para isso: sem garantia de cobertura, sem assunção de risco, cada atendimento pago por inteiro ao prestador, com nota fiscal no CPF do usuário.

Critério do Parecer AGU 53/2024: sem assunção de risco e com repasse integral e individualizado ao prestador. O enquadramento detalhado acompanha as minutas, para o jurídico do hospital.

Uma nova opção de acesso

O cartão continua como está.

Se o hospital já tem cartão de desconto, nome, preço, desconto e base não mudam. A assinatura nasce ao lado, com outro nome.

Cartão de desconto

Mantém a oferta atual. Na maioria dos 31 programas próprios do Sul e Sudeste analisados em outubro de 2026, custa de R$ 25 a R$ 50 por mês.

Assinatura de saúde

Quem não tem cartão pode começar pela assinatura. O preço aparece no App antes do atendimento. A Saúde S/A pode subsidiar até 70% do pronto atendimento, de forma discricionária.

Operação

A plataforma vem pronta.

Sem custo de licença. A Saúde S/A é remunerada pela operação; o hospital monta a equipe de venda.

Assinaturas e cobrança

Cobrança recorrente, voucher de venda e comissões.

Serviços no App

Serviços, preços, orçamento e telemedicina 24 horas em 12 especialidades.

Gestão financeira

Split, gateways de pagamento e financiamento, repasses e controle financeiro.

Cadastre serviços e preços
1. Cadastre serviços e preços

O hospital configura a oferta na Área do Parceiro.

Valide o código
2. Valide o código

Na recepção, o código confirma o pagamento pelo App. Na internação de urgência, o hospital atende antes e a confirmação vem depois, pela guia TISS.

Libere o atendimento
3. Libere o atendimento

A recepção visualiza a confirmação na plataforma.

Remuneração

O hospital recebe pela venda e pelo atendimento.

No dia a dia, o assinante paga pelo App antes. Na internação de urgência, a Saúde S/A antecipa o pagamento e cobra depois a parte do assinante.

O hospitalRecebeQuando
Vende uma assinatura SILVER, a de entrada (R$ 175,50 por mês, Tabela Anual)R$ 351,00, em 3 parcelas de R$ 117,00; depois, R$ 7,02 por mês, com a assinatura ativaNo dia 20, cada parcela com a mensalidade paga
Atende uma passagem de pronto atendimentoR$ 345,00 pelo pacote; os demais itens, pelo credenciamentoAté o 17º dia útil do mês seguinte
Interna em urgênciaR$ 1.250,00 a diária de enfermaria e R$ 4.400,00 a de UTIEpisódio médio: R$ 6.167,61 no clínico; no cirúrgico, R$ 14.193,18, somando a equipe, a sala e a recuperação pós-anestésica.Até o 17º dia útil do mês seguinte, pelo valor integral; a conferência vem depois

Valores da proposta-padrão. O credenciamento de cada hospital fixa os seus valores.

Contratos, limites e exceções

Atendimento e venda correm em dois contratos: o credenciamento e o Contrato de Parceria Comercial, como Canal de Vendas, com a nota fiscal da venda contra a Saúde S/A.

Consulta, exame e eletivo: o preço que o hospital cadastra no App. Na internação de urgência, a antecipação vale para até duas internações de urgência por ano de contrato e 30 diárias por episódio. Da 31ª diária em diante, com aviso prévio de 3 dias, o custeio passa ao usuário, pelos valores do credenciamento. Hospital ligado a grupo de operadora ou de seguradora participa só pelo credenciamento, sem venda.

Projeção do modelo

A receita de atendimento ganha espaço com o tempo.

Cenário realista para hospital de pequeno porte. Os números são projeções e serão refeitos com os dados do seu hospital.

3º mês

Quando venda e atendimento superam o custo acumulado da equipe no pequeno porte. No médio porte, no 2º mês.

R$ 620,4 mil

Receita projetada de venda e atendimento no primeiro ano, sem honorários repassados ao corpo clínico.

82,14%

Parcela da receita projetada do ano 5 que vem do atendimento. Os outros 17,86% vêm da venda.

Ano 1R$ 620.429,70
Ano 2R$ 1.317.660,62
Ano 3R$ 1.699.489,07
Ano 4R$ 1.919.240,81
Ano 5R$ 2.031.702,81

Receita não é lucro: o resultado depende da margem do hospital. A projeção supõe que 90% das idas ao pronto atendimento de quem assinou pelo hospital fiquem nele.

Tabela dos dois portes e premissas
MêsPequeno porteMédio porte
Mês 1−7.982,91−10.162,54
Mês 2−3.663,5113.389,20
Mês 38.061,0046.439,05
Mês 430.966,5894.125,69
Mês 564.083,93148.971,36

A conta soma a venda e o atendimento de quem assinou pelo hospital, e supõe que 90% das idas deles ao pronto atendimento fiquem no hospital de pequeno porte (70% no de médio porte), hipótese a medir nos primeiros 90 dias de operação. A comissão de cada mês é recebida no dia 20 do mês seguinte. No ano 1, venda e atendimento somam 4,61 vezes o custo da equipe no hospital de pequeno porte e 5,89 no de médio porte; só a venda, 2,05 e 2,56 vezes.

A receita de atendimento é bruta: inclui o custo do cuidado.

Médio porte, pessimista e otimista

No hospital de médio porte, de R$ 955.510,80 no ano 1 a R$ 4.730.247,01 no ano 5.

No ano 5, entre o pessimista e o otimista, de R$ 886.662,22 a R$ 2.976.402,04 no hospital de pequeno porte e de R$ 1.532.301,55 a R$ 8.878.721,57 no de médio porte.

Próximo passo

Uma conversa com a direção do hospital.

Para apresentar o programa e ouvir a realidade da sua operação.

  1. 01

    Na reunião

    O hospital compartilha leitos, cirurgias por mês e horário do pronto atendimento.

  2. 02

    Uma semana depois

    Entrega da proposta nominal e das minutas para o jurídico.

  3. 03

    Em até 60 dias

    Contratos assinados, duas pessoas certificadas e voucher aberto.

  4. 04

    Primeiros 90 dias

    Operação assistida, com leitura mensal conjunta de vendas e atendimento.

Nada se assina na reunião. Sem exclusividade de praça: o primeiro hospital começa antes a reunir quem assina por ele.

Vamos conhecer o seu hospital?

Deixe os dados para agendarmos a conversa.

Perguntas frequentes

O que você precisa saber antes da reunião.

Isso é plano de saúde?
Não. É uma assinatura de saúde, do consultório ao hospital, numa plataforma digital de saúde com operação licenciada pela Saúde S/A, que responde pelo produto perante o assinante. Não garante cobertura de procedimentos: dá acesso à rede parceira nas condições do contrato. O hospital atende como prestador e vende como Canal de Vendas; o jurídico do hospital recebe as minutas e o enquadramento detalhado antes de qualquer assinatura.
O que o hospital assina?
Dois contratos com a Saúde S/A: o credenciamento hospitalar, para atender como rede parceira e receber pelos valores dele, e o Contrato de Parceria Comercial, na função de Canal de Vendas, para vender a assinatura e ser remunerado pela venda. Para que as cirurgias eletivas feitas no hospital tenham o Seguro Cirúrgico, seguro opcional do usuário para intercorrências da cirurgia, emitido por seguradora e oferecido pela CIRURGIA SEGURA, empresa parceira, o hospital também se credencia nela. O hospital não oferece nem promove o seguro.
Quanto custa e quando o hospital recebe?
Nada pela licença: não há taxa de adesão, mensalidade de software nem custo de implantação para o hospital, que monta só a equipe de venda. O atendimento de um mês, informado até o dia 1º do mês seguinte, é pago até o 17º dia útil desse mês, em pagamento único e pelo valor integral, mesmo antes de a conferência terminar; se a conferência apontar diferença, o hospital se manifesta antes de qualquer desconto. As comissões de venda são pagas no dia 20, contra a nota fiscal do hospital.
O repasse depende de o assinante pagar?
Não. O repasse ao hospital vem sempre pela plataforma da Saúde S/A, nos prazos e valores do credenciamento, e o hospital não cobra nada no balcão. No dia a dia, o assinante paga pelo App antes do atendimento; na internação de urgência, a Saúde S/A antecipa o pagamento ao hospital e cobra depois a parte do assinante.
Como ficam as notas fiscais?
São duas pontas separadas. Pelo atendimento, a nota fiscal do serviço é sempre do hospital contra o CPF do usuário, e o recebimento vem pela plataforma. Pela venda, o hospital emite nota contra a Saúde S/A e recebe a remuneração de venda no dia 20.
Podemos vender a quem está em atendimento?
Não. A venda a quem está em atendimento, ou ao acompanhante, é vedada por contrato e bloqueada pela plataforma. A assinatura é ativada 72 horas após a confirmação do pagamento, e atendimento iniciado antes da ativação não gera antecipação nem subsídio. No balcão da área administrativa fica o voucher em QR, e a abordagem é sempre da equipe comercial, nunca da recepção assistencial.
Como ficam os dados perante a LGPD?
O prontuário e os dados assistenciais seguem com o hospital, que continua controlador deles, como hoje. A plataforma trata os dados cadastrais e de uso do assinante, na forma do contrato dele. Dentro do hospital, os acessos são separados por papel: quem vende não vê prontuário, agenda ou guias, e dado assistencial não alimenta a prospecção comercial.
Outros canais também vendem na praça?
Sim. Corretoras, gestoras de benefícios e associações também vendem a assinatura, e o hospital recebe pelo atendimento de quem o escolhe. Para receber também sobre essas vendas, o hospital pode geri-los como Licenciada Master, a função de quem gere uma rede de canais, com habilitação própria.
Como o contrato termina?
Pelas regras escritas no Contrato de Parceria Comercial e no credenciamento. O contrato do assinante é com a Saúde S/A, e a carteira permanece com ela; o nome próprio é do hospital e permanece dele. No término sem justa causa da função de venda, a única verba é a remuneração mensal das assinaturas que o hospital vendeu, por mais 12 meses.
Quais hospitais já operam o programa?
No formato do programa, com a assinatura no nome do hospital, nenhum ainda: o seu pode ser o primeiro da praça. A plataforma não começa agora: opera desde 2024, com mais de 22 mil usuários cadastrados e hospitais da rede parceira atendendo. Por isso a proposta traz as regras do credenciamento e o modelo de contas, linha a linha, para a conferência da sua equipe.

Outras dúvidas: (41) 3014-2345 ou contato@saudesa.com.br. Em qualquer divergência, vale o contrato assinado.