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Prazo médio para o hospital receber da operadora. Na primeira análise, 15,93% da receita é glosada.Observatório Anahp, 9ª edição, março de 2026.
O hospital vende e atende. A Saúde S/A opera a plataforma.
Uma assinatura de saúde para quem hoje não tem plano, do consultório ao hospital. Seu hospital recebe pela venda e pelo atendimento de quem assina.
Recebe pela assinatura contratada.
Recebe pelos serviços prestados.
Plataforma, cobrança e repasses.
Duas formas de marca: Saúde S/A ou um nome próprio do hospital, sempre junto dela.

“A parceria com a Saúde S/A é uma solução inovadora que possibilita um atendimento particular com preços acessíveis.”
Dr. José Alfredo Sadowski · Diretor do Hospital Sugisawa, Curitiba/PR





O SUS paga pouco, a operadora paga tarde e o particular nem sempre consegue pagar a conta de uma vez.
Prazo médio para o hospital receber da operadora. Na primeira análise, 15,93% da receita é glosada.Observatório Anahp, 9ª edição, março de 2026.
Valor pago pelo SUS por uma diária de UTI que custa de R$ 2.800 a R$ 3.000 ao hospital.Futuro da Saúde, maio de 2026; FEHOSP, outubro de 2022.
Têm dívidas, e 29,8% estão com contas em atraso.CNC, pesquisa de julho de 2026.
Atuar como Canal de Vendas e como prestador da rede parceira. Não cobra mensalidade em nome próprio nem promete atendimento como operador do produto.
Operar a assinatura e responder pelo produto e pelo enquadramento. As minutas e os fundamentos acompanham a proposta para análise do jurídico do hospital.
Quem cobra a mensalidade e, ao mesmo tempo, promete o desconto ou o atendimento responde sozinho pelo enquadramento. Na parceria, o hospital vende e atende, e quem opera a assinatura é a Saúde S/A.
No programa próprioR$ 250.000,00é a multa da ANS por operar plano de saúde sem registro, mais R$ 10.000,00 por dia. O hospital é as duas coisas: quem cobra a mensalidade e quem presta o que ela promete.
O hospital fica em duas pontas, e em nenhuma delas opera o produto: vende a assinatura, como Canal de Vendas, e atende, como prestador da rede parceira. Não cobra mensalidade em nome próprio nem promete atendimento.
Quem opera a assinatura é a Saúde S/A, que responde por ela e pelo enquadramento, com o produto desenhado para isso: sem garantia de cobertura, sem assunção de risco, cada atendimento pago por inteiro ao prestador, com nota fiscal no CPF do usuário.
Critério do Parecer AGU 53/2024: sem assunção de risco e com repasse integral e individualizado ao prestador. O enquadramento detalhado acompanha as minutas, para o jurídico do hospital.
Se o hospital já tem cartão de desconto, nome, preço, desconto e base não mudam. A assinatura nasce ao lado, com outro nome.
Mantém a oferta atual. Na maioria dos 31 programas próprios do Sul e Sudeste analisados em outubro de 2026, custa de R$ 25 a R$ 50 por mês.
Quem não tem cartão pode começar pela assinatura. O preço aparece no App antes do atendimento. A Saúde S/A pode subsidiar até 70% do pronto atendimento, de forma discricionária.
Sem custo de licença. A Saúde S/A é remunerada pela operação; o hospital monta a equipe de venda.
Cobrança recorrente, voucher de venda e comissões.
Serviços, preços, orçamento e telemedicina 24 horas em 12 especialidades.
Split, gateways de pagamento e financiamento, repasses e controle financeiro.

O hospital configura a oferta na Área do Parceiro.

Na recepção, o código confirma o pagamento pelo App. Na internação de urgência, o hospital atende antes e a confirmação vem depois, pela guia TISS.

A recepção visualiza a confirmação na plataforma.
No dia a dia, o assinante paga pelo App antes. Na internação de urgência, a Saúde S/A antecipa o pagamento e cobra depois a parte do assinante.
| O hospital | Recebe | Quando |
|---|---|---|
| Vende uma assinatura SILVER, a de entrada (R$ 175,50 por mês, Tabela Anual) | R$ 351,00, em 3 parcelas de R$ 117,00; depois, R$ 7,02 por mês, com a assinatura ativa | No dia 20, cada parcela com a mensalidade paga |
| Atende uma passagem de pronto atendimento | R$ 345,00 pelo pacote; os demais itens, pelo credenciamento | Até o 17º dia útil do mês seguinte |
| Interna em urgência | R$ 1.250,00 a diária de enfermaria e R$ 4.400,00 a de UTIEpisódio médio: R$ 6.167,61 no clínico; no cirúrgico, R$ 14.193,18, somando a equipe, a sala e a recuperação pós-anestésica. | Até o 17º dia útil do mês seguinte, pelo valor integral; a conferência vem depois |
Valores da proposta-padrão. O credenciamento de cada hospital fixa os seus valores.
Atendimento e venda correm em dois contratos: o credenciamento e o Contrato de Parceria Comercial, como Canal de Vendas, com a nota fiscal da venda contra a Saúde S/A.
Consulta, exame e eletivo: o preço que o hospital cadastra no App. Na internação de urgência, a antecipação vale para até duas internações de urgência por ano de contrato e 30 diárias por episódio. Da 31ª diária em diante, com aviso prévio de 3 dias, o custeio passa ao usuário, pelos valores do credenciamento. Hospital ligado a grupo de operadora ou de seguradora participa só pelo credenciamento, sem venda.
Cenário realista para hospital de pequeno porte. Os números são projeções e serão refeitos com os dados do seu hospital.
Quando venda e atendimento superam o custo acumulado da equipe no pequeno porte. No médio porte, no 2º mês.
Receita projetada de venda e atendimento no primeiro ano, sem honorários repassados ao corpo clínico.
Parcela da receita projetada do ano 5 que vem do atendimento. Os outros 17,86% vêm da venda.
Receita não é lucro: o resultado depende da margem do hospital. A projeção supõe que 90% das idas ao pronto atendimento de quem assinou pelo hospital fiquem nele.
| Mês | Pequeno porte | Médio porte |
|---|---|---|
| Mês 1 | −7.982,91 | −10.162,54 |
| Mês 2 | −3.663,51 | 13.389,20 |
| Mês 3 | 8.061,00 | 46.439,05 |
| Mês 4 | 30.966,58 | 94.125,69 |
| Mês 5 | 64.083,93 | 148.971,36 |
A conta soma a venda e o atendimento de quem assinou pelo hospital, e supõe que 90% das idas deles ao pronto atendimento fiquem no hospital de pequeno porte (70% no de médio porte), hipótese a medir nos primeiros 90 dias de operação. A comissão de cada mês é recebida no dia 20 do mês seguinte. No ano 1, venda e atendimento somam 4,61 vezes o custo da equipe no hospital de pequeno porte e 5,89 no de médio porte; só a venda, 2,05 e 2,56 vezes.
A receita de atendimento é bruta: inclui o custo do cuidado.
No hospital de médio porte, de R$ 955.510,80 no ano 1 a R$ 4.730.247,01 no ano 5.
No ano 5, entre o pessimista e o otimista, de R$ 886.662,22 a R$ 2.976.402,04 no hospital de pequeno porte e de R$ 1.532.301,55 a R$ 8.878.721,57 no de médio porte.
Para apresentar o programa e ouvir a realidade da sua operação.
O hospital compartilha leitos, cirurgias por mês e horário do pronto atendimento.
Entrega da proposta nominal e das minutas para o jurídico.
Contratos assinados, duas pessoas certificadas e voucher aberto.
Operação assistida, com leitura mensal conjunta de vendas e atendimento.
Nada se assina na reunião. Sem exclusividade de praça: o primeiro hospital começa antes a reunir quem assina por ele.
Outras dúvidas: (41) 3014-2345 ou contato@saudesa.com.br. Em qualquer divergência, vale o contrato assinado.